O cenário tributário brasileiro segue em constante evolução, e a partir de 2025 uma mudança importante impactará indústrias, distribuidores, atacadistas e varejistas: a exigência do GTIN (Global Trade Item Number) no XML da Nota Fiscal eletrônica (NF-e).
A partir de 1º de outubro de 2025, com base na Lei Complementar 214/2025 e na Nota Técnica 2021.003 v1.40, todos os itens que tiverem reduções de alíquota previstas pela Reforma Tributária precisarão conter obrigatoriamente o GTIN no XML da NF-e.
Se sua empresa ainda não se adequou, o momento de agir é agora.
GTIN: a identidade do produto no mercado
O GTIN é um código numérico que funciona como uma identidade global para cada produto. Ele está por trás dos conhecidos códigos de barras e garante que as mercadorias sejam reconhecidas de forma única em qualquer lugar do mundo.
Existem diferentes formatos (GTIN-8, GTIN-12, GTIN-13, GTIN-14), mas todos cumprem a mesma função:
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Identificação padronizada dos produtos;
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Garantia de rastreabilidade em toda a cadeia de suprimentos;
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Redução de erros em processos fiscais, logísticos e comerciais.
Em outras palavras, é o RG do produto, permitindo que indústria, atacado, varejo e fisco falem a mesma língua.
Por que essa exigência agora?
O uso do GTIN na NF-e já vinha sendo discutido em normas anteriores, mas a Reforma Tributária de Consumo trouxe a obrigatoriedade a partir de 2025.
O objetivo da medida é:
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Ampliar a rastreabilidade de produtos;
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Trazer mais transparência e conformidade às operações fiscais;
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Uniformizar informações entre todos os elos da cadeia;
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Combater fraudes ligadas a benefícios fiscais e reduções de alíquota.
Na prática, a SEFAZ validará o campo do GTIN no XML da NF-e. Caso o código esteja ausente ou incorreto, a nota será rejeitada automaticamente.
Quem precisa se preocupar com a mudança
Essa obrigatoriedade percorre toda a cadeia de suprimentos:
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Indústrias → devem garantir que os produtos estejam corretamente cadastrados com seus GTINs no Cadastro Centralizado de GTIN (CCG).
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Distribuidores e atacadistas → ao emitir NF-e, precisam informar os GTINs dos itens vendidos.
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Varejistas e revendedores → devem replicar as informações recebidas dos fornecedores.
Se um elo falhar, todos os demais serão impactados.
O que acontece se não se adequar
Ignorar ou atrasar essa adaptação pode trazer sérias consequências:
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Notas rejeitadas pela SEFAZ → sem GTIN válido, a emissão não será concluída.
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Multas e autuações → a inconsistência de dados fiscais pode resultar em penalidades.
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Retrabalho e atrasos → correções manuais aumentam tempo de faturamento e expedição.
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Perda de competitividade → clientes tendem a optar por fornecedores já regularizados.
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Dificuldades de rastreabilidade → impossibilitando atender a exigências futuras.
Como preparar sua empresa para 2025
Alguns passos essenciais para não ser pego de surpresa:
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Revisar cadastros internos → confira se todos os produtos possuem GTIN válido.
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Validar no Cadastro Centralizado de GTIN (CCG) → confirme se os códigos estão registrados corretamente.
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Adequar o ERP e os processos de NF-e → garanta que o campo do GTIN seja integrado ao XML.
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Treinar equipes → fiscais, de faturamento e TI precisam entender a mudança.
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Contar com tecnologia e parceiros especializados → plataformas fiscais, como as soluções da IMendes, automatizam validações e reduzem riscos.
Vantagens da conformidade
Estar em dia com a obrigatoriedade vai além de cumprir a lei. Empresas que se antecipam ganham:
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Segurança fiscal → redução de autuações e rejeições.
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Agilidade operacional → menos retrabalho no dia a dia.
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Relações mais sólidas com clientes e fornecedores.
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Maior competitividade → diferencial frente ao mercado.
Como a IMendes apoia esse processo
Manter cadastros fiscais atualizados e integrados não é simples. É exatamente aí que a IMendes se diferencia:
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HubTax: conectado aos principais ERPs do país;
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Base de dados fiscais mais completa do Brasil (incluindo GTINs);
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Auditorias automáticas para garantir conformidade;
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APIs inteligentes que integram cadastros fiscais diretamente ao sistema da sua empresa.
Assim, a obrigatoriedade deixa de ser um risco e se transforma em oportunidade de eficiência e crescimento.
Fale com um especialista da IMendes e descubra como automatizar a adequação do GTIN no XML da NF-e.